Refletir sobre o papel de cada jovem dentro da família rotária na identificação e enfrentamento do assédio.
Ampliar o conhecimento sobre os canais de denúncia e as leis de proteção às vítimas.
Promover um espaço seguro de escuta, empatia e responsabilidade.
Engajar pelo menos 20 membros do clube em uma atividade de conscientização e reflexão.
Estimular o desenvolvimento de ações concretas de apoio a vítimas de violência e assédio.
Difundir informações confiáveis sobre prevenção, acolhimento e denúncia.
Criar um mural coletivo com compromissos assumidos pelos participantes.
A campanha Alerta Vermelho surgiu da necessidade de enfrentar, de forma direta e educativa, casos de assédio e violência dentro da própria estrutura rotária, reforçando que esses comportamentos devem ser combatidos em qualquer espaço. O projeto buscou fortalecer o compromisso do clube com um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor, por meio da conscientização e do diálogo entre seus membros.
Jovens do Interact Club Santiago Terra dos Poetas, entre 14 e 18 anos, impactados diretamente pela campanha e capacitados a atuar como multiplicadores de informação e cuidado dentro da família rotária.
A dinâmica “O que você faria?” foi realizada no dia 10 de maio na sede do Interact Club Santiago Terra dos Poetas, com o intuito de fomentar a empatia, o diálogo e a conscientização a respeito da violência doméstica. A atividade consistiu em discussões guiadas com base em situações fictícias que simulavam possíveis contextos de violência, levando os participantes a refletirem sobre seus próprios papéis na prevenção e combate a essa realidade.
A participação foi expressiva e envolvente. Todos os jovens conseguiram propor ações conscientes, refletindo maior preparo para agir de forma solidária e responsável. O mural final consolidou o aprendizado coletivo, servindo também como material de referência para futuras campanhas.
A dinâmica iniciou com a divisão dos participantes em pequenos grupos de 3 a 5 pessoas. Cada grupo recebeu um cartão com uma situação simulada envolvendo sinais de violência ou assédio, como por exemplo: “Sua colega do clube começou a se isolar e apresentar mudanças de comportamento”. Durante 5 a 10 minutos, os grupos discutiram a pergunta: “O que você faria nessa situação?”. Após as apresentações das conclusões, o facilitador complementou com orientações práticas sobre como agir, com base na Lei Maria da Penha, disque 180, sinal vermelho e as diretrizes da campanha Alerta Vermelho. No encerramento, cada jovem escreveu uma ação concreta que poderia adotar para apoiar alguém em situação de violência, compondo um mural coletivo com esses compromissos.
O maior desafio foi lidar com a delicadeza do tema, que, por envolver situações íntimas e sensíveis, gerou certo constrangimento e resistência para exposições em grupo. Apesar do ambiente respeitoso, foi perceptível a dificuldade de abordar o assunto com naturalidade e profundidade, especialmente entre os mais jovens.
Embora todas as metas previstas tenham sido tecnicamente concluídas, elas não foram atingidas com pleno sucesso devido à natureza delicada do tema, que dificultou a abertura dos participantes. Para futuras edições, recomenda-se a adoção de métodos que preservem a privacidade dos membros, como dinâmicas anônimas, rodas de escuta com mediação individual ou caixas de sugestões e relatos, possibilitando uma abordagem mais cuidadosa e respeitosa do assunto.
A ação contribuiu diretamente para o fortalecimento da campanha Alerta Vermelho dentro do clube, promovendo um ambiente mais seguro, empático e comprometido com a ética rotária. Os participantes passaram a compreender melhor seu papel na prevenção do assédio e no acolhimento das vítimas, dentro e fora do movimento.
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